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<title>My RSS Feed</title><link>http://pt.grous.eu/index.html</link><description>Hot News&#x21;</description><dc:language>en</dc:language><language>en</language><dc:date>2026-06-24T22:29:19+01:00</dc:date><admin:generatorAgent rdf:resource="http://www.realmacsoftware.com/" />
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<lastBuildDate>Thu, 16 Jul 2026 22:43:32 +0100</lastBuildDate><item><title>Economia do Sil&#xea;ncio</title><dc:subject>Blogue</dc:subject><dc:date>2026-06-24T22:29:19+01:00</dc:date><link>http://pt.grous.eu/blog/files/21a22f7f8575452c19e50409e39aabab-19.html#unique-entry-id-19</link><guid isPermaLink="true">http://pt.grous.eu/blog/files/21a22f7f8575452c19e50409e39aabab-19.html#unique-entry-id-19</guid><content:encoded><![CDATA[<img class="imageStyle" alt="download" src="http://pt.grous.eu/blog/files/download.png" width="1280" height="719" /><br />Em 2026, a maior cadeia hoteleira do mundo deu um nome &agrave;quilo que j&aacute; se vendia a 6.000&euro;/semana: sil&ecirc;ncio.<br /><br />Vale a pena olhar para isto com n&uacute;meros, e n&atilde;o com poesia.<br />O sofrimento ps&iacute;quico de baixa intensidade - burnout, stress cr&oacute;nico, fadiga, a sensa&ccedil;&atilde;o difusa de n&atilde;o conseguir desligar - tornou-se a condi&ccedil;&atilde;o de fundo de uma gera&ccedil;&atilde;o inteira de profissionais qualificados do Centro e Norte da Europa.<br />N&atilde;o falo do diagn&oacute;stico cl&iacute;nico. Falo da camada larga, mal servida, que vive entre o consult&oacute;rio e a ina&ccedil;&atilde;o. A Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de nem sequer classifica o burnout como doen&ccedil;a: chama-lhe um s&iacute;ndroome ocupacional.<br />Existe, portanto, num espa&ccedil;o que o sistema de sa&uacute;de n&atilde;o cobre, e que o mercado come&ccedil;ou a responder.<br />Chamo-lhe a Economia do Sil&ecirc;ncio: o conjunto de produtos e destinos que vendem, n&atilde;o uma experi&ecirc;ncia, mas uma subtra&ccedil;&atilde;o.<br /><br /><strong>Menos ru&iacute;do. Menos ecr&atilde;. Menos est&iacute;mulo. Menos velocidade.<br /><br /></strong>Durante anos, isto foi uma intui&ccedil;&atilde;o. Em 2026, deixou de ser. O mainstream nomeou a categoria.<br />A Hilton publicou o seu relat&oacute;rio anual de tend&ecirc;ncias e batizou a tend&ecirc;ncia dominante para o ano: Hushpitality, a hospitalidade do sil&ecirc;ncio.<br /><br />A base n&atilde;o &eacute; aned&oacute;tica: um inqu&eacute;rito a 14.000 viajantes em 14 pa&iacute;ses, incluindo a Alemanha. E os n&uacute;meros desenham, ponto por ponto, o perfil de um produto.<br />As quatro principais raz&otilde;es declaradas para viajar em 2026 s&atilde;o: descansar e recarregar (56%), passar tempo na natureza (37%), melhorar a sa&uacute;de mental (36%) e reservar tempo para si (20%).<br />Leia-se esta lista outra vez. N&atilde;o s&atilde;o atributos acess&oacute;rios de umas f&eacute;rias. S&atilde;o os quatro motores declarados da procura tur&iacute;stica e s&atilde;o, todos eles, a defini&ccedil;&atilde;o de um ref&uacute;gio rural de recupera&ccedil;&atilde;o.<br />Quando a maior operadora hoteleira do mundo diz que descanso, natureza, sa&uacute;de mental e privacidade s&atilde;o o motivo de viagem, est&aacute; a descrever um mercado, n&atilde;o uma moda. E a procura pela forma pura do produto j&aacute; est&aacute; medida: mais de metade dos viajantes inquiridos declara interesse expl&iacute;cito em participar num retiro de sil&ecirc;ncio. N&atilde;o &eacute; infer&ecirc;ncia. &Eacute; procura declarada.<br />O tamanho do mercado, sem infla&ccedil;&atilde;o.<br />Conv&eacute;m ser honesto com os n&uacute;meros, porque a confus&atilde;o entre defini&ccedil;&otilde;es s&oacute; gera ceticismo.<br />Na leitura ampla - toda a despesa de bem-estar em viagem - o mercado europeu vale perto de 255 mil milh&otilde;es de euros. &Eacute; um n&uacute;mero grande e enganador: inclui o turista que faz uma massagem durante f&eacute;rias de praia.<br />Na leitura estreita e honesta, viagens cujo prop&oacute;sito principal &eacute; a recupera&ccedil;&atilde;o, excluindo day-spas e add-ons, o mercado europeu vale 1,5% desse valor, a crescer perto de 5% ao ano. Dentro dele, o sub-segmento de mental wellness &eacute; o de crescimento mais acelerado de toda a economia de bem-estar global: mais de 12% ao ano nos &uacute;ltimos cinco anos. &Eacute; aqui que a Economia do Sil&ecirc;ncio se materializa. Falamos de 370M&euro;.<br /><br /><strong>A assimetria que define a oportunidade<br /><br /></strong>Aqui est&aacute; o ponto que separa quem percebe o mercado de quem apenas o segue.<br />A Hilton vende o sil&ecirc;ncio como amenidade sobreposta a ativos urbanos: quartos &agrave; prova de som, zonas de calma dentro de hot&eacute;is de cidade, check-in digital para evitar o balc&atilde;o.<br />Os seus casos emblem&aacute;ticos s&atilde;o propriedades em Atenas e em Nova Iorque que "suavizam a intensidade da sua localiza&ccedil;&atilde;o central". Por outras palavras: o mainstream vende sil&ecirc;ncio apesar da cidade. Mas atenuar o ru&iacute;do n&atilde;o &eacute; o mesmo que oferecer a sua aus&ecirc;ncia.<br />O interior de Portugal n&atilde;o tem de atenuar coisa nenhuma. Tem o sil&ecirc;ncio &agrave; nascen&ccedil;a, territ&oacute;rio de baixa densidade, despovoado, com clima ameno todo o ano e o estatuto de pa&iacute;s mais seguro da Uni&atilde;o Europeia. A oportunidade n&atilde;o est&aacute; em competir com a Hilton no terreno dela. Est&aacute; em oferecer a forma pura daquilo que ela s&oacute; consegue simular: sil&ecirc;ncio rural aut&ecirc;ntico, com prop&oacute;sito terap&ecirc;utico e enraizamento no lugar.<br />E h&aacute; uma assimetria geogr&aacute;fica que torna isto elegante: a dor est&aacute; no Norte da Europa; a mat&eacute;ria-prima est&aacute; no interior portugu&ecirc;s, precisamente as regi&otilde;es que mais precisam de captar valor.<br />Porque &eacute; que a baixa escala &eacute; a vantagem, n&atilde;o o problema.<br /><br /><strong>O sil&ecirc;ncio n&atilde;o escala. E &eacute; isso que o torna valioso.<br /><br /></strong>A privacidade que o produto exige implica poucas unidades. Operadores premium compar&aacute;veis na Europa praticam a partir de 6.000 euros por estada de recupera&ccedil;&atilde;o, e enchem. Um ref&uacute;gio que realize 100 estadas por ano gera 600 mil euros de receita bruta, sem necessidade de massificar coisa nenhuma. A baixa escala n&atilde;o &eacute; uma limita&ccedil;&atilde;o a corrigir; &eacute; a natureza do ativo. E &eacute; o que torna um ativo rural de baixa densidade - abundante e subvalorizado no interior de Portugal - perfeitamente adequado a este posicionamento.<br /><br /><strong>A janela<br /></strong><br />O constrangimento desta oportunidade n&atilde;o &eacute; a procura. A procura existe, cresce a dois d&iacute;gitos no segmento certo, tem o poder de compra concentrado nos mercados certos, e acaba de ser validada e quantificada pela maior operadora hoteleira do mundo. O constrangimento &eacute; a oferta, a aus&ecirc;ncia, em Portugal, de um produto que ocupe com rigor a categoria que o mercado deixou aberta.<br />A Economia do Sil&ecirc;ncio vai ser constru&iacute;da por algu&eacute;m. A quest&atilde;o &eacute; se Portugal a constr&oacute;i com inten&ccedil;&atilde;o, ou se a deixa acontecer por acaso.]]></content:encoded></item><item><title>O Novo Capital: o Valor da Mem&#xf3;ria</title><dc:subject>Blogue</dc:subject><dc:date>2026-03-16T22:18:20+00:00</dc:date><link>http://pt.grous.eu/blog/files/7d10e2425a9742b983c852fd2303518e-18.html#unique-entry-id-18</link><guid isPermaLink="true">http://pt.grous.eu/blog/files/7d10e2425a9742b983c852fd2303518e-18.html#unique-entry-id-18</guid><content:encoded><![CDATA[<img class="imageStyle" alt="1765538258319" src="http://pt.grous.eu/blog/files/1765538258319.jpeg" width="1279" height="720" /><br />Vivemos uma mudan&ccedil;a silenciosa, mas profunda, na forma como atribu&iacute;mos valor &agrave;s coisas.<br />Os produtos que compramos, por mais sofisticados que sejam, t&ecirc;m hoje uma vida &uacute;til cada vez mais curta. Um autom&oacute;vel, um eletrodom&eacute;stico, um smartphone ou mesmo uma casa equipada segundo as &uacute;ltimas tend&ecirc;ncias dificilmente atravessam uma d&eacute;cada sem se tornarem t&eacute;cnica, est&eacute;tica ou simbolicamente obsoletos.<br /><br />Em contrapartida, as experi&ecirc;ncias que verdadeiramente nos marcam seguem uma l&oacute;gica oposta.<br />N&atilde;o se desgastam com o tempo.<br />Pelo contr&aacute;rio: ganham espessura, significado e valor emocional &agrave; medida que os anos passam.<br /><br />Esta consci&ecirc;ncia coletiva, ainda pouco verbalizada, mas amplamente sentida, abre uma oportunidade estrutural para o setor do turismo: uma oportunidade que deve ser agarrada com as duas m&atilde;os.<br /><br />Durante d&eacute;cadas, o investimento em hospitalidade foi pensado quase exclusivamente em termos de capital f&iacute;sico: edif&iacute;cios, &aacute;reas, acabamentos, equipamentos, estrelas, classifica&ccedil;&otilde;es.<br />Tudo isto continua a ser importante, mas j&aacute; n&atilde;o &eacute; suficiente.<br /><br />Hoje, emerge uma nova forma de capital, menos tang&iacute;vel mas muito mais dur&aacute;vel: o capital memor&aacute;vel.<br />Este capital n&atilde;o se mede em metros quadrados nem em taxa de ocupa&ccedil;&atilde;o mensal: mede-se pela intensidade da mem&oacute;ria que a experi&ecirc;ncia deixa no visitante. Pela probabilidade de ser recordada, contada, recomendada. Pela capacidade de permanecer viva na identidade de quem a viveu.<br />Num mercado saturado de oferta, esta &eacute; talvez a linha mais importante de qualquer neg&oacute;cio de hospitalidade.<br /><br />A grande invers&atilde;o: O TURISMO COMO IND&Uacute;STRIA DA DURABILIDADE<br /><br />A maioria das ind&uacute;strias luta contra a deprecia&ccedil;&atilde;o acelerada dos seus produtos. O turismo vive uma exce&ccedil;&atilde;o rara: o seu &ldquo;produto&rdquo; melhora com o tempo.<br />Uma boa experi&ecirc;ncia:<br /><br />	&bull;	n&atilde;o se parte;<br />	&bull;	n&atilde;o sai de moda;<br />	&bull;	n&atilde;o perde valor com o uso.<br /><br />Pelo contr&aacute;rio, uma estadia memor&aacute;vel &eacute; revisit&aacute;vel pela mem&oacute;ria, pela narrativa pessoal, pelas fotografias, pelas conversas futuras. E cada revisita&ccedil;&atilde;o refor&ccedil;a o v&iacute;nculo emocional com o lugar onde ocorreu.<br /><br />&Eacute; aqui que o turismo se distingue de quase todos os outros setores econ&oacute;micos: n&atilde;o vende objetos, vende momentos de vida.<br /><br />A pergunta inc&oacute;moda: porque falham tantos alojamentos antigos?<br />Este racioc&iacute;nio leva-nos inevitavelmente a uma quest&atilde;o sens&iacute;vel, mas necess&aacute;ria: porque &eacute; que tantos alojamentos antigos, e muitas vezes bem localizados com patrim&oacute;nio relevante, n&atilde;o conseguem gerar receitas suficientes para a sua pr&oacute;pria renova&ccedil;&atilde;o?<br /><br />A resposta raramente est&aacute; apenas na falta de investimento ou na degrada&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica. Est&aacute;, quase sempre, na natureza da experi&ecirc;ncia que foi criada (ou n&atilde;o criada).<br />Muitos destes projetos venderam, durante anos:<br /><br />	&bull;	uma cama;<br />	&bull;	um quarto;<br />	&bull;	uma vista;<br />	&bull;	um pre&ccedil;o competitivo.<br /><br />Mas n&atilde;o constru&iacute;ram mem&oacute;ria. N&atilde;o criaram v&iacute;nculo. N&atilde;o ocuparam um lugar claro na vida de ningu&eacute;m.<br />Quando a experi&ecirc;ncia &eacute; indiferenciada, o cliente n&atilde;o regressa, n&atilde;o recomenda, n&atilde;o aceita pagar mais, n&atilde;o cria rela&ccedil;&atilde;o. E sem rela&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o h&aacute; margem. Sem margem, n&atilde;o h&aacute; reinvestimento.<br />Sem reinvestimento, o ciclo de decl&iacute;nio instala-se.<br />A hospitalidade que n&atilde;o transforma, esgota-se.<br /><br />Um alojamento que n&atilde;o provoca emo&ccedil;&atilde;o, reflex&atilde;o, descanso profundo ou reconex&atilde;o torna-se substitu&iacute;vel. E tudo o que &eacute; facilmente substitu&iacute;vel entra numa corrida descendente de pre&ccedil;os.<br />Aqui reside um erro estrat&eacute;gico recorrente: confundir conforto com experi&ecirc;ncia.<br />Conforto &eacute; condi&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria. Experi&ecirc;ncia &eacute; fator de diferencia&ccedil;&atilde;o.<br />A experi&ecirc;ncia come&ccedil;a antes da chegada, prolonga-se durante a estadia e continua depois da partida.<br />Est&aacute; na hist&oacute;ria do lugar, na forma como o territ&oacute;rio &eacute; revelado, no ritmo proposto ao visitante, na rela&ccedil;&atilde;o humana que se estabelece, no sentimento final de &ldquo;isto fez-me bem&rdquo;.<br /><br />O NOVO CRIT&Eacute;RIO DE VIABILIDADE<br /><br />&Agrave; luz deste novo capital, importa reformular uma pergunta cl&aacute;ssica do investimento tur&iacute;stico.<br /><br />Em vez de &ldquo;Quantas noites consigo vender por ano?&rdquo;, talvez dev&ecirc;ssemos perguntar &ldquo;Durante quantos anos esta experi&ecirc;ncia ficar&aacute; na mem&oacute;ria de quem a vive?&rdquo;<br /><br />Projetos que acumulam capital memor&aacute;vel:<br /><br />	&bull;	resistem melhor a crises;<br />	&bull;	reduzem depend&ecirc;ncia de plataformas e descontos;<br />	&bull;	atraem clientes alinhados com o seu prop&oacute;sito;<br />	&bull;	geram receitas mais est&aacute;veis e sustent&aacute;veis;<br />	&bull;	justificam reinvestimento cont&iacute;nuo.<br /><br />N&atilde;o &eacute; coincid&ecirc;ncia que muitos dos projetos mais resilientes estejam hoje em territ&oacute;rios de baixa densidade, onde o sil&ecirc;ncio, o tempo, a paisagem e a autenticidade n&atilde;o podem ser replicados em massa.<br />Portugal re&uacute;ne condi&ccedil;&otilde;es excecionais para liderar este movimento:<br /><br />	&bull;	diversidade territorial;<br />	&bull;	patrim&oacute;nio cultural vivo;<br />	&bull;	comunidades com saber-fazer;<br />	&bull;	escala humana;<br />	&bull;	crescente procura internacional por experi&ecirc;ncias com sentido.<br /><br />Mas isso exige uma mudan&ccedil;a de foco: menos obsess&atilde;o com a forma, mais aten&ccedil;&atilde;o ao impacto emocional da experi&ecirc;ncia.<br /><br />Em conclus&atilde;o: daqui a 15 ou 20 anos, muitos edif&iacute;cios hoje &ldquo;novos&rdquo; precisar&atilde;o novamente de obras.<br />A pergunta decisiva &eacute; outra: Que mem&oacute;rias ter&atilde;o resistido ao tempo?<br /><br />Os projetos tur&iacute;sticos do futuro n&atilde;o ser&atilde;o avaliados apenas pelo estado da constru&ccedil;&atilde;o, mas pela intensidade das experi&ecirc;ncias que proporcionaram. Porque, no fim, &eacute; esse o &uacute;nico capital que verdadeiramente n&atilde;o se degrada.<br />]]></content:encoded></item><item><title>&#x201c;Becation Menu&#x201d;: transformar tend&#xea;ncias em prop&#xf3;sito</title><dc:subject>Blogue</dc:subject><dc:date>2026-02-28T22:53:22+00:00</dc:date><link>http://pt.grous.eu/blog/files/f425913939a2d72a31adfc348568a261-17.html#unique-entry-id-17</link><guid isPermaLink="true">http://pt.grous.eu/blog/files/f425913939a2d72a31adfc348568a261-17.html#unique-entry-id-17</guid><content:encoded><![CDATA[<div class="image-left"><img class="imageStyle" alt="1761187588253" src="http://pt.grous.eu/blog/files/1761187588253.png" width="963" height="542" /></div>A Hilton lan&ccedil;ou recentemente, no seu relat&oacute;rio de tend&ecirc;ncias de 2026, o conceito de &ldquo;whycation&rdquo;, ou seja, uma estadia com foco no porqu&ecirc; de viajar, e n&atilde;o apenas no onde.<br />&Eacute; uma tend&ecirc;ncia global que nos desafia, enquanto anfitri&otilde;es, a compreender o motivo emocional de cada estadia.<br />Mas se existe um why, deveria existir tamb&eacute;m um because. &Eacute; a&iacute; que nasce o &ldquo;Becation Menu&rdquo;, um menu de experi&ecirc;ncias que responde aos porqu&ecirc;s dos nossos h&oacute;spedes:<br /><em>Because I need peace<br />Because I need to reconnect<br />Because I need inspiration<br />Because I need to heal<br /></em><br />Cada alojamento pode criar o seu pr&oacute;prio menu, combinando hospitalidade com inten&ccedil;&atilde;o, transformando estadias em respostas.<br />No futuro do turismo, n&atilde;o bastar&aacute; oferecer conforto. Ser&aacute; preciso oferecer sentido.<br /><br />Na Grous Partners, ajudamos alojamentos tur&iacute;sticos a traduzir tend&ecirc;ncias globais em experi&ecirc;ncias locais com prop&oacute;sito.<br />Apoiamos os nossos clientes no desenho de programas e menus de experi&ecirc;ncias que respondem aos novos viajantes, aqueles que n&atilde;o procuram apenas um destino, mas um motivo.<br /><br /><strong>Se o porqu&ecirc; da viagem mudou, a hospitalidade precisa de novas respostas.<br /></strong>]]></content:encoded></item><item><title>A Reforma aos 40 Anos: Mito das Redes Sociais ou Mudan&#xe7;a de Paradigma?</title><dc:subject>Blogue</dc:subject><dc:date>2025-07-29T23:09:34+01:00</dc:date><link>http://pt.grous.eu/blog/files/236e7bbe7b903c7ca1a890e9e06b1da5-16.html#unique-entry-id-16</link><guid isPermaLink="true">http://pt.grous.eu/blog/files/236e7bbe7b903c7ca1a890e9e06b1da5-16.html#unique-entry-id-16</guid><content:encoded><![CDATA[<div class="image-left"><img class="imageStyle" alt="514415252_1329609519167303_6386937964414451296_n" src="http://pt.grous.eu/blog/files/514415252_1329609519167303_6386937964414451296_n.jpg" width="3051" height="1373" /></div>Nas redes sociais, proliferam hist&oacute;rias inspiradoras de pessoas que &ldquo;se reformaram aos 40&rdquo;.<br />A promessa &eacute; sedutora: uma vida livre, sem hor&aacute;rios, com tempo para viagens, projetos pessoais e bem-estar. Mas o que muitas vezes n&atilde;o se explica &eacute; que, na maioria dos casos, esta suposta reforma precoce assenta num modelo muito antigo: viver de rendimentos prediais.<br /><br />Durante grande parte do s&eacute;culo XX, ser propriet&aacute;rio de im&oacute;veis em Portugal era sin&oacute;nimo de frustra&ccedil;&atilde;o. A legisla&ccedil;&atilde;o de arrendamento, marcada por d&eacute;cadas de congelamento de rendas, limitava severamente o rendimento poss&iacute;vel desses ativos. Muitas fam&iacute;lias viveram d&eacute;cadas com casas arrendadas por valores simb&oacute;licos, sem possibilidade de atualiza&ccedil;&atilde;o das rendas, e sem margem para reinvestir.<br /><br />Esse cen&aacute;rio come&ccedil;ou a mudar de forma decisiva na &uacute;ltima d&eacute;cada. A liberaliza&ccedil;&atilde;o progressiva do mercado de arrendamento, conjugada com o crescimento exponencial do turismo, criou uma nova realidade. Milhares de propriet&aacute;rios, outrora penalizados, passaram a encontrar no alojamento local e em outras formas de explora&ccedil;&atilde;o tur&iacute;stica uma fonte de rendimento substancial. Para muitos, esta viragem permitiu uma sa&iacute;da precoce do mercado de trabalho tradicional: mas ser&aacute; mesmo uma reforma?<br /><br />Na Grous Partners temos acompanhado este fen&oacute;meno de perto. E &eacute; precisamente por isso que decidimos participar neste debate. Num contexto de crescimento acelerado do turismo, quase todos ganham dinheiro: quem planifica com base em dados, estudos de mercado e vis&atilde;o estrat&eacute;gica&hellip; mas tamb&eacute;m quem segue apenas a intui&ccedil;&atilde;o ou aquilo que &ldquo;se ouve dizer&rdquo;.<br /><br />Contudo, a economia &eacute; c&iacute;clica. E &eacute; nos per&iacute;odos de contra&ccedil;&atilde;o que se distingue quem pensou o investimento a longo prazo de quem navegou apenas com o vento favor&aacute;vel.<br /><br />Interromper uma carreira profissional onde foram investidos anos de forma&ccedil;&atilde;o, experi&ecirc;ncia e reputa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve ser uma decis&atilde;o leviana. Sobretudo se o novo sustento for uma atividade para a qual se tem pouca prepara&ccedil;&atilde;o, e cujo sucesso n&atilde;o depende apenas da boa vontade ou da localiza&ccedil;&atilde;o do im&oacute;vel.<br />Acreditamos na valoriza&ccedil;&atilde;o do patrim&oacute;nio e apoiamos o investimento em projetos de turismo. Mas tamb&eacute;m acreditamos na responsabilidade e na consci&ecirc;ncia de que viver de rendimentos prediais &eacute; uma forma de gest&atilde;o empresarial, e n&atilde;o um passatempo.<br /><br />Quem se quer "reformar" cedo, deve antes de mais garantir que sabe trabalhar com o seu patrim&oacute;nio.<br />E j&aacute; agora, se for o caso, votos de uma excelentes f&eacute;rias!]]></content:encoded></item><item><title>Turismo Industrial: F&#xe1;brica-Museu Gorreana</title><dc:subject>Blogue</dc:subject><dc:date>2025-06-11T18:44:49+01:00</dc:date><link>http://pt.grous.eu/blog/files/68b65dd612a6aed201a7f7609acdc8e0-15.html#unique-entry-id-15</link><guid isPermaLink="true">http://pt.grous.eu/blog/files/68b65dd612a6aed201a7f7609acdc8e0-15.html#unique-entry-id-15</guid><content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right;"><br /></p><p style="text-align:left;"> <div class="image-right"><img class="imageStyle" alt="Gorreana Site" src="http://pt.grous.eu/blog/files/gorreana-site-2.jpg" width="210" height="270" /></div>Na cidade portuguesa de Ribeira Grande, Ilha de S&atilde;o Miguel, que se encontram as &uacute;nicas planta&ccedil;&atilde;o de ch&aacute; Camellia Sinensis existentes na Europa.A F&aacute;brica de Ch&aacute; Gorreana &eacute; a mais antiga ainda em funcionamento: fundada na segunda metade do s&eacute;culo XIX, em 1883, por Ermelinda da C&acirc;mara, a empresa continua hoje a ser um neg&oacute;cio familiar.<br /><br />Semeada desde 1750 na ilha de S&atilde;o Miguel, nos A&ccedil;ores, a Camellia Sinensis da fam&iacute;lia Theaceae (popularmente conhecida como ch&aacute;-da-&iacute;ndia) est&aacute; na origem dos ch&aacute;s verde e preto que encontraram neste lugar o ambiente ideal para florescer.<br />Dizem que as primeiras plantas da esp&eacute;cie chegaram pela primeira vez ao arquip&eacute;lago dos A&ccedil;ores a bordo das naus que retornavam do oriente, e hoje estas s&atilde;o as &uacute;nicas planta&ccedil;&otilde;es de Camellia Sinensis conhecidas em toda a Europa.<br /><br />In&oacute;spito para pragas normais desta esp&eacute;cie de ch&aacute;, o clima h&uacute;mido e chuvoso que tempera o solo &aacute;cido e vulc&acirc;nico da ilha de S&atilde;o Miguel &eacute; perfeito para o cultivo da planta que d&aacute; origem a estes ch&aacute;s verdes e pretos de qualidade superior: 100% org&acirc;nicos, sem herbicidas, sem pesticidas, sem fungicidas, sem corantes, nem conservantes, garantindo a ess&ecirc;ncia do aroma original.<br /><br />A diretora do Ch&aacute; Gorreana, Madalena Mota, lembra a origem do neg&oacute;cio h&aacute; 5 gera&ccedil;&otilde;es, em 1883, quando a doen&ccedil;a laranja estragou por completo os laranjais existentes na herdade.<br />Com o neg&oacute;cio da laranja destru&iacute;do, a fundadora, Ermelinda da C&acirc;mara, investiu na planta&ccedil;&atilde;o de ch&aacute; nas partes altas da quinta. A f&aacute;brica Gorreana foi constru&iacute;da 6 anos mais tarde, em 1889, ap&oacute;s a chegada de um conjunto de t&eacute;cnicos macaenses, com a ajuda da Sociedade Promotora de Agricultura Micaelense, para ensinar a produzir o ch&aacute;.<br /><br />A excelente preserva&ccedil;&atilde;o das instala&ccedil;&otilde;es e processos tradicionais, fazem com que a f&aacute;brica seja hoje considerada um "museu vivo", sendo visitada anualmente por dezenas de milhares de turistas.<br />Neste lugar, o turista pode esperar uma experi&ecirc;ncia aut&ecirc;ntica que combina hist&oacute;ria, tradi&ccedil;&atilde;o e produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola, seja nos passeios pelos campos de ch&aacute;, seja no contacto com a maquinaria centen&aacute;ria ainda em funcionamento.<br /><br />Em 2022, a F&aacute;brica Gorreana foi oficialmente integrada na Rota Europeia do Patrim&oacute;nio Industrial (European Route of Industrial Heritage - ERIH), conforme indicado no site do Conselho da Europa. Esta integra&ccedil;&atilde;o reconhece a import&acirc;ncia hist&oacute;rica e cultural da Gorreana no contexto do patrim&oacute;nio industrial europeu.<br /><br />Plantada numa paisagem natural deslumbrante, a Gorreana emerge no horizonte exuberante de S&atilde;o Miguel, como um complemento natural aos trilhos pedestres (PRC28 SMI) que por ali passam, atuando como uma pausa cultural para os visitantes provarem o ch&aacute; e saborear a gastronomia t&iacute;pica a&ccedil;oriana, enquanto desfrutam da magn&iacute;fica vista para as planta&ccedil;&otilde;es e para o oceano Atl&acirc;ntico.<br /><br />Ao oferecer provas de ch&aacute; gratuitas, perfumadas pelo aroma dos campos de ch&aacute;, a Gorreana apresenta-se como uma experi&ecirc;ncia sensorial completa &mdash; um &iacute;cone cultural, hist&oacute;rico e tur&iacute;stico da ilha de S&atilde;o Miguel. Muito mais do que apenas um local de produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola, a f&aacute;brica de ch&aacute; mais antiga da Europa tem um impacto profundo no turismo regional, patente na atra&ccedil;&atilde;o de visitantes nacionais e estrangeiros, na promo&ccedil;&atilde;o do turismo sustent&aacute;vel e na valoriza&ccedil;&atilde;o da identidade a&ccedil;oriana.<br /><br />Promovendo um Turismo Sustent&aacute;vel e Ecol&oacute;gico, a marca Gorreana destaca-se por produzir ch&aacute; sem a utiliza&ccedil;&atilde;o de pesticidas nem herbicidas, atraindo desta forma um segmento de visitantes&nbsp; preocupados com o ambiente e o consumo respons&aacute;vel, promovendo o arquip&eacute;lago como um destino de turismo ecol&oacute;gico.<br /></p>]]></content:encoded></item><item><title>Portugal is Art</title><dc:subject>Blogue</dc:subject><dc:date>2025-05-21T10:34:47+01:00</dc:date><link>http://pt.grous.eu/blog/files/428d7de59c4fdca84496957b36577a83-14.html#unique-entry-id-14</link><guid isPermaLink="true">http://pt.grous.eu/blog/files/428d7de59c4fdca84496957b36577a83-14.html#unique-entry-id-14</guid><content:encoded><![CDATA[<div class="image-left"><img class="imageStyle" alt="Portugal is Art Photo" src="http://pt.grous.eu/blog/files/portugal-is-art-photo.jpg" width="210" height="270" /></div>Desde o design inteligente das paisagens lusitanas, &agrave; express&atilde;o cultural de Homens que personalizam cada recanto e criatividade de artistas emergentes, &lsquo;Portugal is Art&rsquo; apresenta o pa&iacute;s como uma galeria a c&eacute;u aberto. Um convite para descobrir a cultura portuguesa, contemplar a sua arte, encontrar o seu patrim&oacute;nio arquitet&oacute;nico, degustar a dieta mediterr&acirc;nica e mergulhar nos melhores spots de surf.<br /><br />O projeto do Turismo de Portugal tem como objetivo posicionar o pa&iacute;s como destino onde a arte se manifesta em todos os detalhes da vida quotidiana.

&lsquo;Portugal is Art&rsquo; &eacute; uma campanha internacional, lan&ccedil;ada em outubro de 2024, que d&aacute; destaque &agrave; express&atilde;o art&iacute;stica como a revela&ccedil;&atilde;o dos museus e monumentos, e presente nas paisagens, na gastronomia, nas tradi&ccedil;&otilde;es, no surf, no enoturismo e principalmente na hospitalidade do povo portugu&ecirc;s .<br /><br />Carlos Abade, presidente do Turismo de Portugal, acredita que &ldquo;convidar a visitar Portugal pela lente da arte &eacute; enriquecer a nossa proposta de valor enquanto destino tur&iacute;stico: para o viajante &ndash; oferecendo-lhe novas perspectivas e uma experi&ecirc;ncia tur&iacute;stica diferenciada; para as empresas e profissionais &ndash; gerando neg&oacute;cio e empregos; para os residentes &ndash; atrav&eacute;s do desenvolvimento econ&oacute;mico, social e sustent&aacute;vel do territ&oacute;rio&rdquo;.<br /><br />O Turismo de Portugal pretende alcan&ccedil;ar com esta campanha os mercados do Reino Unido, Irlanda, Espanha, Fran&ccedil;a, Alemanha, EUA, Brasil, Pa&iacute;ses Baixos e B&eacute;lgica, pretendendo promover produtos tur&iacute;sticos onde cada experi&ecirc;ncia &eacute; uma manifesta&ccedil;&atilde;o de criatividade.<br /><br />A campanha de marketing &lsquo;Portugal is Art&rsquo; aposta nas redes sociais, connected TV, digital out of home e filmes curtos sobre diversos produtos tur&iacute;sticos como o enoturismo, turismo liter&aacute;rio, gastronomia, bem-estar, surf, mas tamb&eacute;m festivais de m&uacute;sica.&nbsp;<br /><br />A Grous Partners acredita que a campanha representa uma oportunidade para desenhar e desenvolver novas experi&ecirc;ncias que possam aumentar o tempo m&eacute;dio das estadas no turismo rural.
Nas palavras de Frederico Lucas, s&oacute;cio respons&aacute;vel pela unidade de Turismo Rural, &ldquo;estamos&nbsp; empenhados em criar novas estrat&eacute;gias que apoiem os empreendimentos dos nossos clientes na venda de experi&ecirc;ncias que sublinhem a arte como fator diferenciador, e que ative a imagina&ccedil;&atilde;o dos visitantes que escolhem o nosso pa&iacute;s para descanso e reconex&atilde;o."<br /><br />O di&aacute;logo entre os destinos e a criatividade expressa-se em t&eacute;cnicas artesanais, passadas de gera&ccedil;&atilde;o em gera&ccedil;&atilde;o, por vinhos que perpetuam hist&oacute;rias atrav&eacute;s dos seus aromas, por uma arquitetura que revela os tra&ccedil;os da nossa hist&oacute;ria e uma gastronomia que se reinventa para criar novos sabores identit&aacute;rios.<br /><br />&lsquo;Portugal is Art&rsquo; destaca a cultura como fator diferenciador de cada cantinho do pa&iacute;s, promovendo a imagem de Portugal como um destino onde a arte participa em cada experi&ecirc;ncia, convidando os visitantes a descobrirem a ess&ecirc;ncia das nossas comunidades.<br />]]></content:encoded></item><item><title>M&#xed;tica N2 comemora 80 anos </title><dc:subject>Blogue</dc:subject><dc:date>2025-05-10T08:58:12+01:00</dc:date><link>http://pt.grous.eu/blog/files/51666558a662818200b01fe37a62d177-13.html#unique-entry-id-13</link><guid isPermaLink="true">http://pt.grous.eu/blog/files/51666558a662818200b01fe37a62d177-13.html#unique-entry-id-13</guid><content:encoded><![CDATA[<div class="image-right"><img class="imageStyle" alt="N2 Vertical" src="http://pt.grous.eu/blog/files/n2-vertical-3-2.png" width="140" height="300" /></div>Conhecida em outros tempos por Estrada Real, a Estrada Nacional n.&ordm; 2 (N2) foi institu&iacute;da no Plano Rodovi&aacute;rio, por Decreto-Lei n.&ordm; 34593, no dia 11 de maio de 1945, com o objetivo de ligar Chaves em Tr&aacute;s-os-Montes a Faro no Algarve.&nbsp;<br /><br />Este domingo, fazem precisamente 80 anos que a N2 foi constitu&iacute;da como estrada &uacute;nica mas h&aacute; mesmo quem diga que o tro&ccedil;o j&aacute; teria sido em cal&ccedil;ada romana, com s&eacute;culos de exist&ecirc;ncia.&nbsp;<br /><br />Muito mais do que uma simples via rodovi&aacute;ria moderna, a Nacional 2 incorpora segmentos de antigas vias romanas e de trilhos hist&oacute;ricos que moldaram Portugal. V&aacute;rios segmentos foram tra&ccedil;ados sobre antigas estradas da prov&iacute;ncia romana Lusit&acirc;nia, que abrangia grande parte do atual territ&oacute;rio portugu&ecirc;s.&nbsp; A transforma&ccedil;&atilde;o das vias romanas e a sua posterior integra&ccedil;&atilde;o, pela monarquia, nas Estradas Reais culminou na cria&ccedil;&atilde;o daquilo que &eacute; hoje a estrada mais tur&iacute;stica do pa&iacute;s. "Fazer a N2" &eacute; uma viagem no tempo que nos permite explorar os caminhos hist&oacute;ricos que revelam s&eacute;culos de evolu&ccedil;&atilde;o nas infraestruturas de transporte no territ&oacute;rio portugu&ecirc;s.<br /><br />A Nacional 2 &eacute; a via rodovi&aacute;ria mais longa de Portugal e &eacute; a &uacute;nica estrada europeia que atravessa um pa&iacute;s inteiro. No resto do mundo h&aacute; apenas 2 outras estradas com esta caracter&iacute;stica - a Route 66 nos EUA e Ruta 40 na Argentina. A N2 passa por 35 concelhos e 11 distritos, atravessa 11 rios e sobe 11 serras. Faz-se de carro, caravana, mota, bicicleta e at&eacute; mesmo a p&eacute; e a correr. Sim, a totalidade dos 738,5 km!<br /><br />Atravessando Portugal de uma ponta &agrave; outra, a N2 &eacute; uma forma excelente de conhecer o pa&iacute;s, e tem-se registado um crescente interesse nesta rota de asfalto ic&oacute;nica para descobrir a paisagem, cultura, demografia, gastronomia e patrim&oacute;nio nacional. Uma viagem de aventura onde a finalidade n&atilde;o &eacute; apenas chegar ao fim, e onde o percurso em si &eacute; o destino.<br /><br />A Rota Estrada Nacional 2 desce de Chaves pelo interior transmontano, passando por regi&otilde;es montanhosas e florestas densas, at&eacute; alcan&ccedil;ar o centro do pa&iacute;s. Pelo caminho, cruzam-se cidades como Vila Real, Viseu, Sert&atilde;, Abrantes, Ponte de Sor e Castro Verde, cada uma com as suas particularidades &mdash; desde o barroco das igrejas beir&atilde;s at&eacute; &agrave;s plan&iacute;cies alentejanas de tons dourados. A viagem segue, ap&oacute;s atravessar o Alentejo e a serra algarvia, para terminar em Faro onde o Atl&acirc;ntico e o calor do sul brindam os viajantes.<br /><br />Considerada num s&iacute;mbolo de liga&ccedil;&atilde;o entre as diversas regi&otilde;es do pa&iacute;s, a N2 tornou-se num motor de desenvolvimento econ&oacute;mico e tur&iacute;stico no interior de Portugal. Em 2016, foi criada a Associa&ccedil;&atilde;o de Munic&iacute;pios da Rota Estrada Nacional 2 (AMREN2) que tem como objetivo o desenvolvimento tur&iacute;stico, e promo&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica e cultural dos munic&iacute;pios atravessados pela Estrada Nacional 2.<br /><br />A crescente popularidade da N2 levou &agrave; cria&ccedil;&atilde;o de iniciativas como o Passaporte Rota Nacional 2, que encoraja os viajantes a colecionar carimbos dos concelhos ao longo da rota, promovendo o turismo local e a intera&ccedil;&atilde;o com as comunidades. O passaporte tur&iacute;stico identifica os 35 concelhos com postos de turismo, caf&eacute;s e alojamentos. Uma mec&acirc;nica que conta com o apoio de uma aplica&ccedil;&atilde;o m&oacute;vel para colecionar os seus locais tur&iacute;sticos.<br /><br /><br />Em 2019, o ent&atilde;o presidente da Associa&ccedil;&atilde;o de Munic&iacute;pios da Rota Estrada Nacional 2 afirmou que a rota foi atravessada por mais de 50 mil turistas, tendo gerado um impacto econ&oacute;mico de cerca de 20 milh&otilde;es de euros nos 33 munic&iacute;pios associados. Lu&iacute;s Machado disse que a estimativa foi feita considerando um valor de "400 euros, em m&eacute;dia, para fazer a viagem". O antigo presidente da AMREN2 afirmou ainda que, no mesmo ano, foram emitidos 30 mil passaportes.<br /><br /><br />A Sert&atilde;, localizada a meio da Rota N2 (com 17 munic&iacute;pios acima e 17 munic&iacute;pios abaixo), &eacute; uma das regi&otilde;es que t&ecirc;m beneficiado com o desenvolvimento econ&oacute;mico. O presidente da c&acirc;mara municipal da Sert&atilde; diz que "basta parar nos restaurantes e caf&eacute;s &agrave; beira da Estrada Nacional 2 para perceber o impacto que tem&rdquo;. Segundo Carlos Miranda a Rota N2 &ldquo;&eacute; percorrida a caminhar, a correr, de bicicleta, de mota, de carro ou de auto caravana, traduzindo-se numa excelente forma de descobrir o interior de Portugal e o concelho da Sert&atilde;, explorando a cultura, as paisagens naturais, a gastronomia, as tradi&ccedil;&otilde;es e produtos end&oacute;genos, sendo amplamente reconhecido o impacto positivo nos mais diversos setores e agentes concelhios&rdquo;.&nbsp;<br /><br />A Nacional 2 tem-se afirmado como uma rota tur&iacute;stica de excel&ecirc;ncia, e h&aacute; mesmo quem a compare com a c&eacute;lebre Route 66 dos Estados Unidos. A estrada oferece uma experi&ecirc;ncia &uacute;nica aos viajantes, permitindo-lhes explorar a diversidade paisag&iacute;stica, cultural e gastron&oacute;mica de Portugal. Desde as vinhas do Douro at&eacute; &agrave;s plan&iacute;cies alentejanas e &agrave;s praias algarvias, a Rota Estrada Nacional 2 proporciona uma viagem enriquecedora pelo pa&iacute;s, beneficiando grandemente a economia das regi&otilde;es por onde passa.<br /><br />A Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro (UTAD) est&aacute; a desenvolver um projeto para monitorizar os impactos da Rota Estrada Nacional 2, em colabora&ccedil;&atilde;o com AMREN2. O Observat&oacute;rio da N2 envolve cerca de 40 investigadores de 13 institui&ccedil;&otilde;es de ensino superior para estudar os efeitos diretos e indiretos da N2, com a finalidade de apoiar estrat&eacute;gias e pol&iacute;ticas de desenvolvimento sustent&aacute;vel. ​<br /><br />A Estrada Nacional 2 est&aacute; na moda e h&aacute; todos os dias turistas a atravessar o pa&iacute;s de Norte a Sul, desde a cidade de Chaves, junto &agrave; fronteira com Espanha, at&eacute; &agrave; cidade de Faro, no cora&ccedil;&atilde;o do Algarve. Uma rota que se estende por 738,5 km, oferecendo um verdadeiro retrato da diversidade paisag&iacute;stica, cultural e hist&oacute;rica do territ&oacute;rio portugu&ecirc;s.<br /><br />A Rota N2 tornou-se num catalisador de desenvolvimento econ&oacute;mico, social e tur&iacute;stico para as regi&otilde;es do interior de Portugal, contribu&iacute;do para revitalizar comunidades, preservar patrim&oacute;nios culturais e naturais, e oferecer aos viajantes uma experi&ecirc;ncia aut&ecirc;ntica e diversificada do pa&iacute;s.<br /><br /><br />A AMREN2 est&aacute; investida para promover esta rota m&iacute;tica a Patrim&oacute;nio Cultural Nacional. Uma ideia que tem sido impulsionada por diversas iniciativas locais e regionais. Em 2023, a Assembleia Municipal de Faro aprovou por unanimidade o Reconhecimento do Interesse Municipal da Rota N2, evidenciando o seu papel como motor de desenvolvimento cultural e econ&oacute;mico local, encorajando a mobiliza&ccedil;&atilde;o conjunta dos munic&iacute;pios associados para promover a candidatura da N2 a Patrim&oacute;nio Cultural Nacional.<br />]]></content:encoded></item><item><title>Turismo Rural abaixo do seu potencial</title><dc:subject>Blogue</dc:subject><dc:date>2025-04-04T12:26:37+01:00</dc:date><link>http://pt.grous.eu/blog/files/496f899c9ca4525e2978cc631d409773-11.html#unique-entry-id-11</link><guid isPermaLink="true">http://pt.grous.eu/blog/files/496f899c9ca4525e2978cc631d409773-11.html#unique-entry-id-11</guid><content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right;"><br /><div class="image-right"><img class="imageStyle" alt="taxas_ocupacao_blog_post_1.0" src="http://pt.grous.eu/blog/files/taxas_ocupacao_blog_post_1.0.jpg" width="280" height="360" /></div></p><p style="text-align:left;">Num momento em que se repensa o papel dos territ&oacute;rios rurais na economia nacional, os dados mais recentes do INE sobre o Turismo em Espa&ccedil;o Rural (TER) ajudam a tra&ccedil;ar um retrato do que j&aacute; foi alcan&ccedil;ado e do muito que ainda pode ser feito.<br />A consolida&ccedil;&atilde;o deste segmento, que alia autenticidade, patrim&oacute;nio e contacto com a natureza, revela-se uma oportunidade estrat&eacute;gica para os investidores e para as autarquias que queiram apostar num desenvolvimento sustent&aacute;vel e integrado.<br /><br />As dormidas em Turismo em Espa&ccedil;o Rural (TER) representaram 14,5% do nr total em 2024, uma ligeira subida em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior (14,3%).&nbsp;<br /><br />Segundo o INE, o n&uacute;mero de estabelecimentos aumentou 1,7% em em 2024, enquanto o nr. de camas foi ampliado em 4,9%. 
O ano 2024 fechou com 1.977 estabelecimentos, 15.575 quartos e 34.524 camas neste segmento de alojamento.<br /><br />Em 2024, os proveitos totais do TER aumentaram 15% em rela&ccedil;&atilde;o a 2023, atingindo 265,4 milh&otilde;es de euros, sendo que os proveitos com alojamentos aumentaram 14,7%.<br />O m&ecirc;s com maior receita total foi Agosto, com 49,9 milh&otilde;es de euros, e o com menor receita foi Janeiro, com 6,1 milh&otilde;es de euros.<br /><br />Em 2024, registaram-se 3,1M de dormidas sendo os h&oacute;spedes internacionais respons&aacute;veis por 48%. <br /><br />Para Frederico Lucas, respons&aacute;vel pela unidade de investimentos tur&iacute;sticos em territ&oacute;rios rurais da consultora Grous Partners, este valor est&aacute; aqu&eacute;m do seu potencial: &ldquo;<em>Em It&aacute;lia, o Turismo Rural representa 24% do total do sector, bem acima da realidade portuguesa. Em ano de elei&ccedil;&otilde;es aut&aacute;rquicas, &eacute; uma oportunidade para os candidatos em territ&oacute;rios rurais para redefinir a import&acirc;ncia da preserva&ccedil;&atilde;o do patrim&oacute;nio cultural e constru&iacute;do nas suas agendas. Porque o Turismo tem-se revelado o sector mais resiliente nos per&iacute;odos dif&iacute;ceis da economia portuguesa, com uma absor&ccedil;&atilde;o de m&atilde;o de obra superior a 20% em termos directos e indirectos nas &aacute;reas rurais.</em>&rdquo;<br /><br />O crescimento continuo nos principais destinos rurais demonstram a tend&ecirc;ncia na procura de experi&ecirc;ncias culturais e de natureza, capazes de aportar elevado valor nos territ&oacute;rios de acolhimento.<br /><br />Fonte: TravelBI</p>]]></content:encoded></item><item><title>Mais do que Souvenirs: A Arte Viva do Artesanato Portugu&#xea;s</title><dc:subject>Blogue</dc:subject><dc:date>2025-03-11T10:47:07+00:00</dc:date><link>http://pt.grous.eu/blog/files/118ecf2051396e433ae650488a5ed2a5-10.html#unique-entry-id-10</link><guid isPermaLink="true">http://pt.grous.eu/blog/files/118ecf2051396e433ae650488a5ed2a5-10.html#unique-entry-id-10</guid><content:encoded><![CDATA[Quando viajamos, procuramos levar connosco mais do que simples recorda&ccedil;&otilde;es &mdash; queremos experi&ecirc;ncias aut&ecirc;nticas, hist&oacute;rias para contar e um peda&ccedil;o da cultura local.<br /><br />Em Portugal, o artesanato n&atilde;o &eacute; apenas um reflexo da tradi&ccedil;&atilde;o, mas uma forma de arte viva, moldada pelo tempo e pelas m&atilde;os talentosas dos seus artes&atilde;os.<br /><br />Seja na pintura delicada dos azulejos, na precis&atilde;o dos bordados, ou na transforma&ccedil;&atilde;o da corti&ccedil;a em pe&ccedil;as inovadoras, o pa&iacute;s oferece uma riqueza de saberes transmitidos de gera&ccedil;&atilde;o em gera&ccedil;&atilde;o. E o melhor? Hoje, os turistas podem n&atilde;o s&oacute; admirar estas obras, mas tamb&eacute;m participar no processo criativo, tornando-se parte desta heran&ccedil;a cultural.<br /><br />Descubra algumas das experi&ecirc;ncias artesanais mais aut&ecirc;nticas que pode viver em Portugal:<br /><br />1. Cer&acirc;mica e Azulejaria<br />	&bull;	Descri&ccedil;&atilde;o: A produ&ccedil;&atilde;o de cer&acirc;mica e de azulejos pintados &agrave; m&atilde;o &eacute; uma das artes tradicionais mais populares. Regi&otilde;es como Alcoba&ccedil;a, Caldas da Rainha e Coimbra s&atilde;o conhecidas pela sua cer&acirc;mica distinta, enquanto Lisboa e Porto destacam-se na azulejaria.<br />	&bull;	Experi&ecirc;ncia Tur&iacute;stica: Muitos turistas participam em workshops de pintura de azulejos, onde podem criar as suas pr&oacute;prias pe&ccedil;as, ou visitam museus dedicados, como o Museu do Azulejo em Estremoz.<br /><br />2. Cestaria<br />	&bull;	Descri&ccedil;&atilde;o: A cestaria &eacute; uma pr&aacute;tica tradicional nas zonas rurais de Portugal, especialmente no Minho e na Madeira. Os artes&atilde;os utilizam materiais naturais como vime, junco e palha para criar cestos, tapetes e outros objetos utilit&aacute;rios.<br />	&bull;	Experi&ecirc;ncia Tur&iacute;stica: A visita a feiras de artesanato e a oficinas de cesteiros permite aos turistas observar o processo de produ&ccedil;&atilde;o e adquirir pe&ccedil;as &uacute;nicas, que refletem a identidade local.<br /><br />3. Bordados e Rendas<br />	&bull;	Descri&ccedil;&atilde;o: Os bordados e as rendas portuguesas s&atilde;o conhecidos pela sua delicadeza e detalhe. Destacam-se os bordados da Madeira e os len&ccedil;os dos namorados do Minho, cada um com desenhos e t&eacute;cnicas distintas.<br />	&bull;	Experi&ecirc;ncia Tur&iacute;stica: Turistas apreciam visitar lojas e cooperativas onde estas pe&ccedil;as s&atilde;o produzidas. Al&eacute;m disso, workshops de bordados s&atilde;o oferecidos, especialmente na Madeira, onde os visitantes podem aprender as t&eacute;cnicas tradicionais.<br /><br />4. Corti&ccedil;a<br />	&bull;	Descri&ccedil;&atilde;o: Portugal &eacute; o maior produtor de corti&ccedil;a do mundo, e a transforma&ccedil;&atilde;o deste material em produtos artesanais &eacute; uma atra&ccedil;&atilde;o. Itens como carteiras, chap&eacute;us, sapatos e at&eacute; acess&oacute;rios de moda s&atilde;o feitos de corti&ccedil;a.<br />	&bull;	Experi&ecirc;ncia Tur&iacute;stica: O Alentejo &eacute; uma regi&atilde;o famosa por este artesanato. Muitos turistas visitam f&aacute;bricas de corti&ccedil;a para aprender sobre o processo de extra&ccedil;&atilde;o e produ&ccedil;&atilde;o, e participar em workshops onde podem criar o seu pr&oacute;prio objeto de corti&ccedil;a.<br /><br />5. Tape&ccedil;aria de Arraiolos<br />	&bull;	Descri&ccedil;&atilde;o: A tape&ccedil;aria de Arraiolos, produzida na vila hom&oacute;nima no Alentejo, &eacute; conhecida pelos seus tapetes feitos &agrave; m&atilde;o, com padr&otilde;es inspirados em desenhos orientais. Esta tradi&ccedil;&atilde;o remonta ao s&eacute;culo XVII e &eacute; uma parte importante do patrim&oacute;nio cultural da regi&atilde;o.<br />	&bull;	Experi&ecirc;ncia Tur&iacute;stica: Os turistas podem visitar ateliers em Arraiolos, onde artes&atilde;s locais demonstram a t&eacute;cnica de bordado, e tamb&eacute;m podem adquirir pe&ccedil;as aut&ecirc;nticas, feitas com l&atilde; natural.<br /><br />6. Filigrana Portuguesa<br />	&bull;	Descri&ccedil;&atilde;o: A filigrana &eacute; uma t&eacute;cnica de joalharia que utiliza fios finos de ouro ou prata para criar pe&ccedil;as detalhadas e intrincadas, como brincos, colares e o ic&oacute;nico "cora&ccedil;&atilde;o de Viana".<br />	&bull;	Experi&ecirc;ncia Tur&iacute;stica: As oficinas de filigrana, especialmente na regi&atilde;o do Norte, como Gondomar e Viana do Castelo, atraem turistas que desejam ver os artes&atilde;os em a&ccedil;&atilde;o e comprar pe&ccedil;as aut&ecirc;nticas.<br /><br />O artesanato portugu&ecirc;s, valorizado pela sua autenticidade e liga&ccedil;&atilde;o ao patrim&oacute;nio cultural, &eacute; uma atra&ccedil;&atilde;o significativa para turistas estrangeiros. Ao oferecer experi&ecirc;ncias imersivas, como workshops e visitas a oficinas, Portugal consegue criar mem&oacute;rias duradouras e promover o turismo cultural de forma sustent&aacute;vel.]]></content:encoded></item><item><title>Anivers&#xe1;rio da Internet</title><dc:subject>Blogue</dc:subject><dc:date>2024-03-12T12:38:48+00:00</dc:date><link>http://pt.grous.eu/blog/files/webanniversary.html#unique-entry-id-7</link><guid isPermaLink="true">http://pt.grous.eu/blog/files/webanniversary.html#unique-entry-id-7</guid><content:encoded><![CDATA[<div class="image-left"><img class="imageStyle" alt="IMG_20240312_120501" src="http://pt.grous.eu/blog/files/img_20240312_120501.jpg" width="300" height="225" /></div>Hoje, ao celebrarmos o anivers&aacute;rio da cria&ccedil;&atilde;o da World Wide Web, &eacute; imposs&iacute;vel ignorar o profundo impacto que a internet teve na promo&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento de alojamentos tur&iacute;sticos rurais. Desde o seu in&iacute;cio, a internet revolucionou a forma como os viajantes descobrem e reservam experi&ecirc;ncias &uacute;nicas em destinos rurais ao redor do mundo.<br /><br />Websites como Booking e Airbnb tornaram-se verdadeiramente indispens&aacute;veis para propriet&aacute;rios e gestores de unidades de turismo rural. Eles n&atilde;o s&oacute; proporcionam uma plataforma global para promover e comercializar alojamentos, mas tamb&eacute;m oferecem uma forma eficaz de alcan&ccedil;ar um amplo p&uacute;blico de potenciais h&oacute;spedes.<br /><br />A Booking, por exemplo, tornou-se um dos principais canais de reserva para viajantes em todo o mundo. A sua interface intuitiva e grande base de utilizadores tornam-na uma ferramenta essencial para garantir uma elevada ocupa&ccedil;&atilde;o durante todo o ano. Gra&ccedil;as a esta plataforma, os alojamentos tur&iacute;sticos rurais podem alcan&ccedil;ar uma visibilidade sem precedentes, aumentando significativamente as oportunidades de neg&oacute;cio.<br /><br />Por outro lado, o Airbnb trouxe uma revolu&ccedil;&atilde;o ao conceito de alojamento, permitindo aos viajantes ficar em espa&ccedil;os &uacute;nicos e aut&ecirc;nticos, muitas vezes fora dos circuitos tur&iacute;sticos tradicionais. Para os propriet&aacute;rios de unidades de turismo rural, o Airbnb oferece uma forma flex&iacute;vel e rent&aacute;vel de gerir as suas propriedades, permitindo-lhes alcan&ccedil;ar um p&uacute;blico diversificado e criar experi&ecirc;ncias memor&aacute;veis para os h&oacute;spedes.<br /><br />Al&eacute;m disso, tanto a Booking quanto o Airbnb oferecem poderosas ferramentas de gest&atilde;o de reservas e avalia&ccedil;&atilde;o que ajudam os propriet&aacute;rios a otimizar a sua opera&ccedil;&atilde;o e manter padr&otilde;es de alta qualidade.<br /><br />Em resumo, a internet e plataformas como a Booking e o Airbnb abriram novos horizontes para a promo&ccedil;&atilde;o de alojamentos tur&iacute;sticos rurais, proporcionando alta rentabilidade e oportunidades de crescimento para investidores neste setor especial. Hoje, ao celebrarmos a cria&ccedil;&atilde;o da World Wide Web, reconhecemos a sua import&acirc;ncia fundamental na democratiza&ccedil;&atilde;o do turismo rural e na cria&ccedil;&atilde;o de experi&ecirc;ncias inesquec&iacute;veis para viajantes em todo o mundo.]]></content:encoded></item><item><title>Andr&#xe9; Jordan (1933-2024)</title><dc:subject>Blogue</dc:subject><dc:date>2024-02-16T17:37:10+00:00</dc:date><link>http://pt.grous.eu/blog/files/74e2dc389a8ac6754d34fa023731015d-4.html#unique-entry-id-4</link><guid isPermaLink="true">http://pt.grous.eu/blog/files/74e2dc389a8ac6754d34fa023731015d-4.html#unique-entry-id-4</guid><content:encoded><![CDATA[<div class="image-right"><img class="imageStyle" alt="andrejordan" src="http://pt.grous.eu/blog/files/andrejordan.jpg" width="300" height="200" /></div>Andr&eacute; Jordan &ldquo;foi um protagonista do desenvolvimento do turismo portugu&ecirc;s numa segunda fase dos prim&oacute;rdios&rdquo; do lan&ccedil;amento do que &eacute; atualmente o moderno sector portugu&ecirc;s. A frase &eacute; de Eduardo Catroga, antigo ministro da Economia de um dos governos de Cavaco Silva e seu antigo professor na faculdade. Nesse quadro, contribuiu para o aumento do valor acrescentado no sector&rdquo; &ndash; a que n&atilde;o era alheio, disse ainda, um entendimento claramente vision&aacute;rio do turismo. E foi essa vis&atilde;o que lhe permitiu descobrir no Algarve, mais propriamente na Quinta do Lago, a possibilidade de um mundo diferente. Por esses anos, na d&eacute;cada de 70 do s&eacute;culo passado, outro vision&aacute;rio (dizem), Cupertino de Miranda, fundador e dono at&eacute; &agrave;s nacionaliza&ccedil;&otilde;es de 1975 do Banco Portugu&ecirc;s do Atl&acirc;ntico (BPA), haveria de ter um sonho semelhante, concentrado em Vilamoura.<br /><br /><a href="https://leitor.jornaleconomico.pt/noticia/andre-jordan-o-visionario-que-inventou-o-turismo-de-qualidade">Excerto do texto de Andr&eacute; Freitas de Sousa.</a>]]></content:encoded></item></channel>
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